| |
Escândalos, denúncias, jornalistas, jornais e afins Uma breve (e pessoal) versão do que está por trás de tudo isso Eu poderia estar roubando, poderia estar matando, mas estou aqui, escrevendo um protesto em um blog de alguém que escreve muito bem. Sou jornalista (a do blog Randômico, que o autor citou no texto abaixo) e sinto-me indiciada a comentar ainda mais o penúltimo texto publicado aqui, sobre jornais de R$ 0,50 e tal. Mas queria chamar a atenção pra outras pequenas grandes coisinhas também. Alguém já percebeu que a maioria das denúncias contra o presidente do Senado saíram no jornal O Estado de S. Paulo? Será que os jornalistas de lá são tão melhores e mais perspicazes que todo o resto, que só eles são capazes de descobrir essas coisas e mais ninguém? Conforme escrevi num comentário no antepenúltimo post (há muitos comentários meus espalhados por aqui ^^), há algo que a maioria das pessoas desconhece. Por trás da denúncia, do escândalo e da mobilização da opinião pública depois de uma notícia, existe uma vingança pessoal, um assessor ganhando dinheiro por fora, ou ainda (quase sempre) uma oposição/concorrência sem ética. O que quero dizer é: às vezes, o que parece um grande furo do jornalista, que ele foi atrás e desvendou o mistério e uatchatcha, na verdade, foi apenas um maço de papel entregue especialmente na mão dele. Simples assim. Chega alguém e fala: tem coisa boa pra você aí, vai bombar no jornal/revista amanhã. Você acha que o sigilo da fonte serve pra proteger quem? O jornalista, na maioria das vezes! Ele que quer continuar sendo visto como paladino da justiça, protetor da verdade, desbravador da realidade. Porém, ele também é um ser humano, e, como tal, tudo que ele produzir vai ter um traço de si próprio. Mas o jornalista também é influenciado pela linha editorial do local onde trabalha. Ou seja, exageros, sensacionalismos, omissões... parte de si, parte da empresa, parte do fato, parte do espaço para a matéria, parte dos anunciantes. É uma galera por trás de cada linha no papel. Voltando no cara com os papéis, ele chega, entrega o calhamaço e diz: lê aí, tem matéria boa aí dentro. O ponto é: porque tal jornal e não outro? Leitores, amigo. Público alvo. Mas ser amigo do cara também ajuda. Você há de concordar que uma denúncia no “Jornal do Piauí” não tem o mesmo impacto que teria no O Globo ou (quem diria?!) no Estadão – os jornais mais lidos do país (suposição minha, não fui atrás dessa informação. Que jornalista ruim eu sou, hein?) Vejam bem, não estou dizendo que não existam repórteres éticos que descobrem de verdade as coisas. Às vezes, ele só deu azar de trabalhar no jornal de R$ 0,50 e o editor resolve que a matéria descoberta fica mais bonita no jornal de R$ 3,00. Os dois fazem parte do mesmo conglomerado de mídia, a mesma empresa de porte nacional, o lucro vai pro mesmo bolso. Aí ele pega todo o material do jornalista, tudo mastigado, apurado, com foto, documento e gravação, e passa pro cara que tá nas graças do editor-chefe escrever. Às vezes é questão de talento também, sabe? Fulano apura muito bem mas não sabe escrever. Passa tudo pro Beltrano. Enfim, a questão é: denúncia, escândalo, epidemia? Claro que vende! No fundo, todo mundo quer é ver o oco! Mas existem ocos e ocos. A linha editorial dos grandes conglomerados funciona da seguinte forma: o oco que o leitor do jornal de R$ 0,50 quer ver é o do favelado morto ontem; já o leitor do jornal de R$ 3,00 quer ver o do político corrupto em quem ele mesmo votou. Logo, a César o que é de César, e notícia de um não se vê no outro. Entendem? É triste, é revoltante, mas é simples assim. Pode reparar. Se chegar a ver notícias iguais, são com enfoques, tamanhos, fotos e destaques diferentes, ou seja, outra matéria. Eles simplesmente subjugam a capacidade das classes C,D e E de analisarem os fatos e dão apenas o que eles acreditam que será compreendido: matou, morreu, enterrou, prendeu, mulher pelada, novela. Fim. Faço minhas as palavras do texto publicado aqui e também vejo com otimismo o fato de mais e mais pessoas lerem jornais. Mas, como apontei no comentário, não vejo com bons olhos o que eles lêem. Não sei se o que eles precisam é de matérias sobre política e economia ou de mais sangue e morte, ou ainda de jogar o jornal no lixo. Só sei que acredito em um outro jornalismo, que é capaz de reconhecer que existem notícias boas, que merecem ser dadas. Sei também que precisamos é de mais ética no jornalismo e na política brasileira. Mas isso também é pedir demais...
Escrito por Joceline Gomes às 10:31:52 PM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Leitura da desinformação, parte 2
Lendo o blog Randomico, percebi que não sou o único que lê frases e fica com a cara de “Anh, como assim?” diante de algumas frases que vejo no dia a dia de minhas andanças. A Jornalista que escreve o blog (e ela é jornalista mesmo, com diploma) chama atenção para frases que quase sempre lemos e não paramos pra se perguntar: E Daí? Ou se perguntamos, indo mais a fundo, explorando a frase vamos nos deparar com um nada significativo teor de futilidade inutilizável. Seguindo a linha de raciocínio do blog, o qual me atiçou (palavra usada por meu avó Eloi que muito gosto mas não sei se tem procedência nas normas gramaticais vigentes em nosso país) a escrever as “minhas frases” também. São elas: “Desacato a funcionário público da prisão” – esta frase (ou intimato) está sempre colada em cartazes bem grandes na entrada dos guichês de instituições públicas, é como uma mensagem: “se tu me bater te boto na cadeia”, na verdade é um artigo do código penal e pra mim serve como um antídoto para os usuários do serviço público se conter, não reclamar, não xingar, não fazer nada, assim como nada fazem alguns profissionais públicos. “Entre sem bater” – Esta está na maioria das portas de escritórios, agências e afins. Já vi acontecer sérios desastres por causa dela, uma vez um sujeito levou muito a sério o aviso e entrou com toda a força do mundo no consultório, resultado, deu um safanão na velhinha que estava pacatamente atrás da porta. Mas voltando, não bastaria um cartaz: ENTRE! Ou nada escrito. E o que é mais engraçado é que em algumas pessoas essa frase tem um efeito contrário, elas batem na porta, dão três batidinhas e entram. Quando não aquelas que após as três batidinhas tipo batidinha de “bate na madeira pra não dar azar” colocam só a carinha do lado de dentro e perguntam: "posso entrar??" “O troco máximo é de X vezes o valor da passagem” – esta também se não me engano é um artigo, um decreto, uma lei ou coisa assim e funciona parecida com o desacato ao funcionário, sempre leio desta forma: “Olha se tu entrou aqui com uma nota muito alta e pensa que vai passar sem pagar pode tirar o cavalhinho da chuva, vai trocar este dinheiro e pega o próximo ônibus”. Funciona também como a: "Cuidado! Cão feroz" e sempre leio desta forma: se por um acaso tu estavas passando pelo meu portão distraído e o totó te morder problema teu, eu avisei!!
Tem também as “mensagens’ que lemos e não nos damos conta, não paramos para pensar, sei lá, acontece muito na correria das cidades. Essa semana fui ao edifício central e lá tem vários elevadores, cada um para andares específicos, eu ia no 26°, logo me dirigi para o que estava escrito “andares 24, 25 e 26”, entrei, o elevador encheu e naquele silêncio gritante dos elevadores um senhor gritou (Já lá pro 15° andar): “vou ficar no quarto, no quarto”. Bem, uma senhora avisou educadamente que aquele só para nos últimos andares e que era pra ele ler antes de entrar. O senhor ficou co uma cara meio xoxada (como diz minha irmã, mais uma palavra que acredito não existir no Aurélio). Tem também as redundantes. Estes dias no mesmo estabelecimento me deparei com: “Só aceitamos pagamento em dinheiro” e mais na frente: “Não aceitamos cartões”. Ué? Como assim? Se não aceita cartão, só deve se aceitar dinheiro, afinal, o cheque está cada vez mais em desuso né? Pra finalizar, lembrado pela jornalista do Randômico tem uma sinuca de Brasília que é recordista das frases engraçadas e moralistas ao mesmo tempo. São vistas em suas paredes as pérolas: “Não fale palavrões”, “Não cuspa no chão” entre outras que a memória não me traz a conciência.
Escrito por Vinicius D. às 12:55:21 PM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Leitura da desinformação
Os jornais destinados a classes mais baixas parecem ser uma tendência nacional. Aqui no Rio de Janeiro os líderes de vendas nesta categoria são os jornais Meia Hora do grupo O Dia e Expresso do grupo O globo. O Rio de janeiro é o estado que mais lê jornal no país. Entre os jornais destinados a “classe supeior” chega a cifra de 1,7 milhões de leitores para o Globo, 304 mil para o JB (destinados à classe A/B), 3,2 milhões de leitores para O jornal Extra e 1,9 milhões para O Dia (destinados às classes B/C) sendo que a classe C/D é a classe que representa 64% da população carioca. Geralmente sem o hábito de ler estes trabalhadores hoje adquiriram o hábito da leitura destes jornais, que são baratos e de leitura rápida, feita geralmente no deslocamento longínquo de suas casas ao trabalho nos centros urbanos. As notícias destes jornais são totalmente diferenciadas dos demais, o grande número de notícias criminais e sanguinolentas chama atenção sempre na capa. O apelo sexual também é outra aposta feita pelo corpo editorial , além de simpatias e receitas caseiras para queda de cabelos, impotência e mau olhado. Coisas do tipo. As notícias de economia, política sempre tem notas pequenas enquanto as de ciência tem notas medianas, geralmente ligadas a alguma descoberta engraçada feita por cientistas. O uso de gírias também é aceito. Palavrões ainda não vi, mas algumas notícias/piadas como a do ladrão de calcinhas que a “galera ta doida pra dar um pau” como no jornal de hoje. Vejo com otimismo essa tendência que traz o hábito da leitura para uma grande parte da população e uma certa má-fé dos editores que poderiam dar dados mais relevantes de notícias que alteram diretamente a vida destes trabalhadores. Notícias como política, roubalheiras de empresários e prestação de contas públicas e ainda ser um meio de informação isento de partidarismo. Mas isso é pedir demais, eu sei.
Escrito por Vinicius D. às 01:31:59 PM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Arte Digital

Escrito por Vinicius D. às 04:14:22 PM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Uma boca e dois ouvidos

Hoje quando eu acordei estava decidido a postar alguma coisa mais otimista, estava determinado, mas as palavras são estranhas e me chamam atenção. Coisas engraçadas acontecem entre nós (eu e as palavras), começo a pensar que talvez seja uma particularidade de nosso idioma ou alguma coisa da minha história infantil, digo isso pois é um tanto inexplicável ser atraído por palavras como: vesgo, jaqueira, escada e outras que acho lindas tanto na escrita quanto na pronúncia, bem, a pronúncia é outra coisa, pois escada para os cariocas é Ixcada e para os brasilienses é Escada mesmo. Na verdade este texto "ta saindo", e uma matéria do linguista Marcos Bagno me chamou mais atenção pra estas sutilezas da nossa língua, nesta matéria Marcos Bagno discorre de forma inteligente sobre a palavra "óculos" que eu nunca tinha parado pra pensar mas é uma palavra que já está no plural, mesmo em sua forma singular de ser, ou seja, essa e outras palavras (como anais, costas, férias) são denominadas Pluralia tantum.Vem cá, mas alguém me explica porque paramos neste papo de palavras? Não sei, mas parece que tudo é palavra né? Elas estão aí, soltas no vento e atingindo diretamente nosso aparelho psiquíco. Lacan também fala alguma coisa sobre isso, enquanto Freud se aprofundou no aparelho psiquico, nas neuroses, traumas, histerias da vida, Lacan se aprofundou no discurso, pois percebeu que o aparelho psiquico se externaliza basicamente através de linguagem. No ano de 2007 eu e minha amiga AnnaK fomos ao cinema do Centro Cultural Correios, no Rio de janeiro, ver a estréia do Filme Fabricando Tom Zé e ficamos maravilhados quando abriu para perguntas ao rei da Tropicália. Neste momento um senhor pegou o microfone e relembrou dos tempos da ditadura, do movimento AI 5, do próprio Tom Zé. Deu conselhos pros jovens que ali estavam lotando a platéia. O público começou a ficar um tanto incomodado, a mediadora pediu o microfone por gentileza e o senhor não queria mais largar aquele instrumento de desejo. Ao parar de falar, cansado, a cerca de uns 10 minutos, finalizou dizendo: E ae Tom Zé, o que você acha? E Tom Zé em toda sua sã loucura, disse: eu só acho que as palavras fascinam, elas saem da boca e entram no ouvido num movimento cíclico e quase insatisfatório (mais ou menos isso). E é! Um amigo diz que quem sabe ouvir tira sabedoria até de quem não sabe falar. Já minha mãe diz que Deus deu uma boca para falarmos menos do que ouvir e ainda Seu Raimundo, o coroa que tem uma barraquinha de doces na praça do cezarão diz que falar é prata e ouvir é ouro. Interessante como o processo de ouvir está intrinsecamente ligado ao de falar. É quase um toma lá da cá. Mas também tem palavras que causam a controvérsia, talvez uma jogada de marketing. O blog do ex-prefeito do Rio de janeiro, Cesar Maia circula desde a época que era prefeito com o nome de "Ex-blog do Cesar Maia", o termo Ex conota-se passado, o que não é mais, e já que estamos falando de palavras se colocar Ex. (ex e ponto) já é abreviação de exemplo. O negócio é complexo, e bonito. A citação abaixo é do Ex- ( ou atual?)blog do Cesar. Dahrendorf percebeu que o populismo midiático é uma forma de pensar e atuar como se a base de sua legitimidade consistisse na relação direta com o povo no lugar das instituições da democracia. Um autoritarismo progressivo ou populismo de baixa intensidade, cujo objetivo é impulsionar a desapropriação da soberania da representatividade da classe política e do parlamento, substituindo-os por novos intermediários que, convertidos em tribunos da opinião, utilizarão finalmente o "povo contra o povo", fazendo-se renunciar a "um controle informado, cotidiano e permanente sobre a direção da coisa pública.
Escrito por Vinicius D. às 01:43:15 PM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Uma outra mídia

A inernet avança. Entra nos lares, abre lan houses, modifica o sistema de informações, as assessorias de imprensa, a política, torna um monte de gente comum em jornalista (ou metido a, como eu), surge um monte de mantenedores de blog, alguns até dão furo jornalístico, como na guerra dos Estados Unidos com o Iraque onde um cidadão Iraquiano enviava notícias de seu blog diferente das notícias dos meios de comunicação padrão. Ouso dizer que a Internet mudou até mesmo o imaginário coletivo e os hábitos adquiridos de grande parte da humanidade. Ferramenta cada vez mais dinâmica são inseridas no contexto cibernético, principalmente no manejo mais simplista que se pode fazer (e-mail’s maiores, twitter, sites de relacionamentos com o poder de ver atualizações de terceiros), isto tudo pode dar um delicioso encaixe, dependendo da curiosidade do internauta e seu desempenho virtual; poderá “ficar sabendo de tudo”. Dependendo de seu grau de narcisismo ele “estará em todas”. Tem pra todos os gostos! A grande mídia, implacável, acionadora de bilhões de reais (no caso da brasileira) tenta cada vez mais atacar por tudo que é lado (e é seu papel né?) afim de impor um pensamento “normalizado”. No twitter a quantidade de post’s do G1, da Veja, da Folha é imenso. Recusei hoje minha decisão de seguir alguns destes veículos no twitter. Lendo reportagem de Marilene Felinto na última Caros amigos (Julho, 2009) a repórter fala da jogada de mestre que a Petrobrás deu na grande mídia. A estatal contratou repórteres experientes e colocou no ar um blog (http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/ ) onde dá em tempo real entrevistas feitas a repórteres da grande mídia (poderíamos chamar de grande irmão?), publica pedidos de correção de erros que geralmente demoram a serem colocados como errata nos meios de comunicação, lança dados e muitas notícias em primeira mão, combatendo o efeito devastador e manipulante dos grandes jornalões. E por falar aqui em Caros amigos parabenizo a excelente revista que da notícias “impensáveis”, adentrando nos meios obscuros da realidade que o jornalismo atual não vai. E não tem interesse!! A revista exerce o bom senso quando chama escritores que não tem espaço nos grandes veículos, a maioria tem uma visão esquerdista, as vezes até um tanto extrema. E por falar em extremo em entrevista ao programa É notícia da Rede TV o senador Heráclito Fortes (DEM – PI) diz que uma de suas características é ser uma pessoas que nunca teve uma ideologia rígida. Parece-me que as falas dos políticos cada vez mais são como laudos psicológicos, que nunca podem fechar um diagnóstico com frases que evitam a assertividade, vagas pois o paciente está em constante mutação. É sempre no vago, sempre considerando, sempre um nada evitando adjetivos. Tudo em cima do muro.
Escrito por Monsuetto às 09:55:24 AM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Dica musical - India Arie
Nascida em Denver, no Colorado, India Arie é filha do jogador de basquetebol Ralph Simpson e de Joyce. A mãe assumiu, de resto, a função de estilista da filha tornando-se responsável pelo visual diferente e original que caracteriza esta cantora da nova 'vaga' da Soul Music americana. 
Com apenas 13 anos, mudou-se para Atlanta com a família. Desde cedo envolvida com a música, Arie começou a tocar guitarra com o incentivo da mãe. O cenário musical fértil de Atlanta acabou por ser também fundamental na sua formação.
Perfeccionista desde pequena e em constante busca pela perfeição e integridade musical, começou a sua carreira artística no início de 2001. E desde o seu lançamento na indústria fonográfica, causou grande impacto entre público e crítica: além de ser uma excelente guitarrista, Arie mostrou-se uma grande compositora e mostrou o seu enorme talento no seu álbum de estreia Acoustic Soul (2001). O disco veio repleto de músicas maduras para quem escrevia há apenas cinco anos.
Em 2002, India Arie lançou o seu segundo álbum intitulado Voyage to Índia, e quatro anos mais tarde, a cantora já estava no topo dos tops da Billboard com seu terceiro trabalho, Testimony: Vol. 1, Life & Relationship.
Detentora de alguns Grammys, Arie tem feito uma grande viagem pelos caminhos da música. Acaba de lançar o seu 4º trabalho de originais - Testimony: Vol. 2, Love & Politics (2009) - e promete continuar a surpreender e a conquistar todos aqueles que apreciam boa música! É a grande revelação da black music americana que mistura o Soul, o R&B em batidas deliciosas, leves. India Arie faz um som um tanto difícil de clasificações. É a mais nova revelação da gravadora Motown, a mesma que inseriu no mercado da música Stevie Wonder, Michael Jackson e Diana Ross entre outros. Fonte: http://www.mega.fm/detalhe.aspx?did=2740 Site oficial da artista: http://www.indiaarie.com/
Escrito por Monsuetto às 11:14:12 AM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Strength, Courage And Wisdom (tradução)
Música de India Arie Força, Coragem e Sabedoria
Dentro do meu coração existe um sonho, Que eu quero ver o sol. Atrás dos meus olhos eu vivia, Eu ando me escondendo há muito tempo. Porque eu estava com muito medo de mostrar isso, Porque estava assustada Com o julgamento que provavelmente me acompanharia. Sempre colocando o “viver” para amanhã.
É hora de subir o degrau da força. Eu vou mostrar meu rosto, Isso foi difícil de alcançar por muito tempo. A liberdade é minha hoje. É hora de subir o degrau da força. Eu vou mostrar meu rosto, Procrastinar me colocou para baixo, Olhe pra o que eu achei.
Eu tenho achado força, coragem e sabedoria, Estava dentro de mim há muito tempo. Força, coragem e sabedoria dentro de mim.
Atrás dos meus olhos eu vivia, Isso significa humilhação. Dentro da minha voz existe uma alma Mas eu estava com muito medo de fazer uma escolha. Porque sou assustada sobre as coisas que eu perco, Andando rápido e parando de ouvir.
É hora de subir o degrau da força. Eu vou mostrar meu rosto, Isso foi difícil de alcançar por muito tempo. A liberdade é minha hoje. É hora de subir o degrau da força. Eu vou mostrar meu rosto, Procrastinar me colocou para baixo, Olhe pra o que eu achei.
Eu tenho achado força, coragem e sabedoria, Estava dentro de mim há muito tempo. Força, coragem e sabedoria dentro de mim.
Eu fecho meus olhos Eu penso sobre todas as coisas que eu gostaria de ver. Pois eu sei que tenho aberto meu coração. Eu sei que tudo que eu quero eu posso ser, Então serei. Então serei. Então serei.
Escrito por Monsuetto às 10:57:55 AM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Pede pra sair

Porque esses homens de idade, que já estão cheio de dinheiro no bolso insistem em permanecer na vida política. Tem pessoas no senado que estão com o pé na cova e por causa de sua história permanecem, alguns mantém o voto de cabestro em seus currais eleitorais nos confins do país. O bom de se ter um blog independente é que não se tem editor chefe, não se tem um pensamento que deve seguir uma ideologia, um dia falar de culinária e no outro de política. É a liberdade amigo! E eu me sinto muito a vontade de dizer em primeira pessoa que compartilho de impressões das pessoas das ruas e não da mídia formadora de opinião. É um tanto contraditório pois o trabalhador nas filas de ônibus de manhã está totalmente impregnado pelo pensamento moldado do Jornal Nacional que ele viu na noite anterior, mas as vezes a realidade se torna mais forte, causando nele um estado de confusão. Uma luta psiquica da ilusão versus realidade. No final ele só sabe mesmo é de uma coisa ( e isso não são palavras minhas), "que é um bando de safado, sem vergonha". Agora sim são palavras minhas, pensador autônomo, maior de idade que não deve nenhuma satisfação a editor chefe e metido a jornalista, sim, sem diploma, vou logo avisando que não tenho diploma eim, mas se quiser me contratar estamos ae. Pois então. Senhores políticos deste meu Brasil, vocês já fizeram demais por este país, de chance a pessoas novas, não falo aqui na questão de idade, mas novo de presença. Bem que alguns excelentíssimos senhores estão mais pra lá do que pra cá. Para estes recomendo um ano de Spa na Ilha de Caras, uma viagem sem volta para Bahamas, cuidar dos netinhos em uma fazenda bem longe dos centros industriais.
Mas por gentileza nos deixem em paz. P.S - Além do mais é desmoralizante ver homens de idade dando a desculpa de uma licença temporária para esperar a poeira baixar. P.S 2 - A família de José Sarney está preocupada com sua condição física diante de tanto stress. Pelamor!
Escrito por Monsuetto às 12:46:56 PM
[]
[envie esta mensagem]
[link]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|