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    Contra Racismo

    A atualidade de Hitler

    Impressiona como em pleno secúlo XXI ainda se encontra manifestações racistas, anti-semitistas. Quase sempre essas posturas partem de pessoas que tem o status de letrados, intelectuais e formadores de opinões.

    Já foi comentado aqui neste blog que o nazismo está bem vivo. Isso se deu em referência a capa do Jornal O Globo que vinha a fotografia do caixão de Augusto Pinochet, em dezembro de 2006 e um de seus familiares fazendo a saudação hitleriana de impostação de uma das mãos.

    Aqui no Brasil proliferam-se movimentos simpatizantes à impostação de suas ideologias, geralmente ligados à música, estes jovens seguem o padrão do protagonista do filme Uma outra história americana, o ator Edward Norton que interpreta Derek, um jovem americano, nazista radical. Em setembro de 2009 isso ficou bem claro quando apareceu na televisão as imagens de jovens Skinhead de Curitiba assassinando outro jovem que foi confundido com um Punk.

    Para completar a onda de fatos vergonhosos (E atuais!) tivemos esta semana circulando nos meios de comunicação algumas frases de Monteiro Lobato, onde fica claro a sua vontade de uma "poda" na sociedade para extinguir os custumes do negro e sua lamentação. Entre as pérolas de Lobato destacamos: 

    "(...)Dizem que a mestiçagem liquefaz essa cristalização racial que é o caráter e dá uns produtos instáveis. Isso no moral – e no físico, que feiúra! Num desfile, à tarde, pela horrível Rua Marechal Floriano, da gente que volta para os subúrbios, que perpassam todas as degenerescências, todas as formas e má-formas humanas – todas, menos a normal. Os negros da África, caçados a tiro e trazidos à força para a escravidão, vingaram-se do português de maneira mais terrível – amulatando-o e liquefazendo-o, dando aquela coisa residual que vem dos subúrbios pela manhã e reflui para os subúrbios à tarde. E vão apinhados como sardinhas e há um desastre por dia, metade não tem braço ou não tem perna, ou falta-lhes um dedo, ou mostram uma terrível cicatriz na cara. “Que foi?” “Desastre na Central.” Como consertar essa gente? Como sermos gente, no concerto dos povos? Que problema terríveis o pobre negro da África nos criou aqui, na sua inconsciente vingança!..." (em "A barca de Gleyre". São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1944. p.133).


    Em correspondência trocada com o médico Renato Kehl, Lobato solta: 

    “Renato, tu és o pai da eugenia no Brasil e a ti devia eu dedicar meu Choque, grito de guerra pró-eugenia. Vejo que errei não te pondo lá no frontispício, mas perdoai a este estropeado amigo. (...) Precisamos lançar, vulgarizar estas idéias. A humanidade precisa de uma coisa só: póda. É como a vinha". 


    Fica a reflexão!



    Escrito por ViniDias às 04:37:21 PM
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